Serra Leoa

Mulheres em Serra Leoa foram fundamentais para os esforços da comunidade internacional para combater o Ébola crise, e continuam a ser uma parte fundamental da reconstrução do país após a guerra civil (1991-2002). No entanto, as mulheres vivem sob uma sociedade patriarcal, permanecendo amplamente excluídas da política, propriedade da terra e autonomia legal, e enfrentando altos níveis de discriminação e violência sexual, incluindo estupro conjugal, casamento precoce e mutilação/corte genital feminino (MGF/C). Muitos dos obstáculos enfrentados pelas mulheres aumentaram na esteira da crise do Ebola de 2014-2015, com a violência sexual sozinha aumentando em cerca de 40% (Humanist Watch Salone). Grupos de mulheres têm defendido a nível local e regional para aumentar a conscientização e abordar as consequências negativas particulares que a crise teve sobre mulheres e meninas.

com base no trabalho dos membros do NGOWG e seus parceiros, o NGOWG defende que o Conselho de segurança monitore e avalie a situação em Serra Leoa na recente ausência de uma missão da ONU, a última das quais foi o escritório integrado de construção da Paz da ONU de 2008-2014 em Serra Leoa (UNIPSIL). O mandato do UNIPSIL reconheceu o papel das mulheres na prevenção e resolução de conflitos e incluiu uma perspectiva de gênero na implementação do mandato, e o Conselho de segurança deve continuar a defender que tais perspectivas sejam implementadas nas políticas domésticas.

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